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Conforme definiu o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o Brasil pode enfrentar uma fase mais aguda da Covid-19 nos próximos dois meses, com as mutações no novo coronavírus, já que a transmissão da doença está acelerada pelo surgimento da variante do vírus em Manaus.

O médico falou que o país entra em mais uma crise sanitária com a chegada da mutação surgida no estado de Amazonas e criticou a falta de cuidados com a transmissibilidade nas transferências de pacientes para outros estados, que necessitam de hospitalização.

O avanço da cepa é apontado como principal causa para a explosão de casos e colapso no sistema de saúde no Amazonas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a variante denominada P1 já foi identificada ao menos em OITO países. O Japão foi o primeiro, depois do Brasil.

O ex-ministro afirmou que a vacina ideal para combater a Covid-19 com maior eficácia é a da Pfizer, com 95% de segurança, mas que a necessidade de refrigeração a 70 graus negativos não se ajusta a um país continental como o Brasil.

Disse que tanto a CoronaVac como a AstraZeneca cumprem bem o papel para imunizar a população e declarou que vai tomar a que estiver disponível.

 

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