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  • Foto do escritorJanete Meire Ribeiro Cipriano

TEMPO SECO É UM GRANDE VILÃO DAS ALERGIAS


Espirros, coceira na garganta, nos olhos e no nariz, tosse seca, olhos lacrimejando, dor de cabeça e às vezes até dor no corpo e febre. Esses são alguns sintomas que acompanham as alergias muito comuns no outono, época do ano em que as temperaturas costumam diminuir e o ar fica bem seco. Entre os quadros mais comuns que surgem nessa época estão as crises de rinite alérgica e sinusite.


O contato com o ar frio é irritante para a mucosa nasal e pode desencadear a coriza, obstrução nasal. Quem tem rinite alérgica normalmente já tem a mucosa inflamada, tornando essa reação ao frio ainda pior. São pessoas que parecem estar “sempre gripadas” e sofrem com uma das consequências mais difíceis, a obstrução nasal.


A rinite afeta principalmente o nariz, os olhos e os seios da face, além da garganta e os ouvidos. Lavar o nariz com soro frequentemente também é importante para preservar a mucosa nasal – é um importante preventivo para a crise de rinite no frio


Já a sinusite tem sintomas que costumam ser mais graves: Obstrução nasal; Secreção nasal ou faríngea espessa, amarelada ou esverdeada; Tosse; Cefaleia (dor de cabeça); Mal-estar; Cansaço; Irritação na garganta; Redução do olfato. Dor na face; Febre.


O tratamento da sinusite também se baseia em corticoides tópico para desinflamar a mucosa e, algumas vezes, em antibióticos. É importante ressaltar que não é sempre que a sinusite ataca que o indivíduo deve usar antibiótico.


Apesar da rinite e sinusite serem inflamações e compartilharem alguns sintomas, elas são diferentes: Enquanto a rinite atinge a mucosa do nariz, a sinusite é a inflamação dos seios da face (ossos que rodeiam olhos, maçã do rosto e testa).


Após cinco dias de sintomas, é indicada a ida ao médico, para buscar um tratamento específico. O otorrinolaringologista é o especialista mais indicado para avaliar o caso, fazer o diagnóstico de rinite ou de sinusite e indicar o tratamento. Como as enfermidades são diferentes, é importante saber diferenciá-las, para evitar o uso desnecessário de antibióticos e corticoides.



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